Boas notícias e maiores desafios para o setor de brinquedos

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21 setembro, 2017 in Blog

Já faz alguns anos que as crianças estão nascendo conectadas com as novas tecnologias. Ainda sem saber escrever, elas são estimuladas a utilizar tablets, smartphones e até ter contas em redes sociais o que, intencionalmente ou não, acabam substituindo os jogos tradicionais. Tais modificações de comportamento interferem diretamente no comércio e desafiam diversos setores a adaptarem seus produtos a essa realidade.

De acordo com a Abrinq, o setor varejista de brinquedos tem uma previsão de 10% de crescimento em 2017. Para atingir tais metas, o comércio deve continuar aproveitando momentos como o dia das Crianças e o Natal, além de criar outras datas estratégicas para fomentar as vendas. Contudo, ainda é fundamental analisar dados através de outra perspectiva de consumo: a online.

O setor de brinquedos se caracteriza pela forte sazonalidade e, embora estejamos cientes das datas comemorativas, devemos levar em conta que há períodos de ações promocionais que ajudam a impulsionar as vendas de maneira indireta, como a estreia de filmes e séries e ações de marketing.

Levando em conta que aproximadamente 1,7% das visitas online no Brasil se convertem em compra, qual seria o perfil do visitante nesses sites?

De acordo com um levantamento do site Netrica, 59% dos visitantes são mulheres de 25 a 44 anos de idade da classe C. No quesito localidade, 62% estão concentrados entre as regiões Sul e Sudeste do Brasil. Outro dado curioso é que este público vem deixando de usar somente o computador. Segundo o estudo, 64% dos usuários de Internet vem do uso exclusivo do celular, 8% apenas do computador e 27% usam ambos dispositivos.

Os meses com maior número de vendas são agosto, setembro e novembro e, de acordo com o levantamento, um usuário gasta em média 3 minutos e 50 segundos por visita em um site dessa categoria, levando em conta o uso de computadores e dispositivos móveis.

O maior desafio claramente é melhorar a taxa de conversão, más há outros fatores como a crise econômica, desemprego e fraude que dificultam a evolução do setor, contribuindo para a desconfiança do consumidor brasileiro.

Fonte: Netrica – Netquest

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